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Grêmio cresce no campeonato

O Grêmio entra em um período de três jogos onde volta  toda a atenção para o Campeonato Brasileiro. Na última rodada o tricolor foi recolocado como aspirante ao título Brasileiro pela insuficiência dos adversários diretos. Entre os integrantes do chamado “pelotão de frente” somente o Grêmio venceu. É bom lembrar que com vento a favor o “azar” dificilmente aparece. Neste clima o Grêmio cresce no campeonato.

Grêmio jogou com onze

O primeiro motivo que encontro para justificar a vitória do Grêmio sobre o Tucumán é que a equipe jogou com onze atletas.  Sem o Léo Moura a equipe fica completa. Leonardo Gomes não tem a qualidade técnica do Moura, mas tem a eficiência e a força que pela idade faltam ao veterano lateral. Em jogos da Libertadores a força física é muito importante.

Carteiraço não vale.

Carteiraço é quando você se vale do prestígio pessoal, mesmo que esteja em baixa e toma para si uma decisão importante. Foi o que fez o Leandro Damião contra a Chapecoense. No pênalti contra o Internacional quando   tentou desestabilizar o adversário e não conseguiu, deveria ter feito a autocrítica. Ora, se o Camilo há poucos dias decidiu o jogo em cobrança de falta, ontem deveria cobrar o pênalti. A verdade é que futebol não se faz por arroubos e carteiraço não vale.

Dourado foi o mais importante do jogo

A derrota do Internacional de 2  x 1 para a Chapecoense faz parte do que escrevo com frequência,  o Inter ainda é uma equipe instável. O que me parece pouco convincente é conectar o resultado negativo com ausência do Dourado. A análise precisa ser mais profunda e entender que uma equipe não pode ter o seu desempenho positivo ou negativo atribuído para um atleta. A instabilidade também faz parte,  por exemplo, do baixo desempenho do Patrick. Quando perguntei pelo prazo de validade desse atleta os de sempre ficaram irritados. Patrick era apontado como responsável pelo sucesso colorado e os demais eram esquecidos. O Internacional é uma equipe sem estrelas e a ausência de um titular o transforma no atleta mais importante do campeonato.

Demissão no DM do Grêmio

Faz algum tempo que faço perguntas sobre lesões de atletas do Grêmio e não obtenho respostas.  Percebo que há irritação com os questionamentos. Os esclarecimentos que solicito não são apenas ao departamento médico, mas para todos os setores que integram  o futebol do clube. Sei que as lesões tem várias origens e podem passar pela preparação física, nutrição, fisiologia, profissionalismo dos atletas e muito mais. Neste final de semana dois médicos do Grêmio foram demitidos Márcio Bolzoni e Felipe do Canto. A demissão de Felipe do Canto me surpreende, pois ele tentou a recuperação do zagueiro Gabiel. Após as cirurgias  que Gabriel foi paciente em Porto Alegre,o médico viajou várias vezes para São Paulo, onde o Grêmio tentou a recuperação do zagueiro. As saídas de Bolzoni e Do Canto serão explicadas após o jogo contra o Tucumán.   Deve ter sido algo muito grave, uma vez que o atleta Bolaños jogou um tempo do clássico Grenal com fratura no rosto, ficou fora da equipe por mais de 30 dias e não foi apontado médico responsável. Voltarei ao assunto assim que o Grêmio se manifestar oficialmente.

Léo Moura é reserva

Na entrevista posterior ao jogo contra o Paraná, o técnico Renato Carioca fez o comunicado mais importante sobre a escalação do Grêmio para o jogo da terça-feira contra o Atlético Tucumán. Léo Moura está fora. Estava claro que o baixo rendimento de Léo Moura, além de prejudicá-lo, também dificultava a vida do Ramiro. Desta forma Léo Moura agora é reserva do Léo Gomes. Esta observação eu faço desde o início do ano.