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Espinosa foi para o “brete” do Scolari e do Roger

Lembram quando escrevi aqui e disse na rádio Grenal que estranhava o Espinosa renovar o contrato antes do Renato Carioca. Foi em 15 de dezembro. Ali estava o primeiro sinal de rompimento na comissão técnica. Renato e Espinosa seguiriam caminhos distintos. Para Espinosa foi acenada a possibilidade de trabalho com a Base. Esta foi uma iniciativa  real de trabalho longe da comissão técnica principal. Permitir o vazamento de informações que Espinosa não gosta de trabalhar foi mais uma tentativa de nocaute no Espinosa Campeão do Mundo. E assim, com especulações e informações privilegiadas sobre o desinteresse de Espinosa pelo trabalho ele foi conduzido para o mesmo “brete” de desgaste profissional e pessoal que provocou os pedidos de demissões do Luís Felipe Scolari e Roger Machado. O lance final foi a reação de Espinosa ao ser retirado da delegação na viagem para o Rio de Janeiro, que ocorre neste final de semana. Espinosa gritou com Odorico Roman e a sua cabeça foi para a bandeja. É evidente que o vice presidente Odorico Roman mais o seu assessor Saul Berdichevski não tem força para demitir um histórico como Espinosa, portanto o ato veio  acompanhado das anuências de Romildo Bolzan e Renato Carioca. Não gosto de quem  pune pela demissão antes de tentar a alternativa pelo diálogo ou cumprimento de contrato. E agora quem está com a razão? O “brete” é o mesmo do Scolari e do Roger.

14 Comentários para “Espinosa foi para o “brete” do Scolari e do Roger”

  • Paulo disse:

    Esses diretores do Grêmio não parecem preocupados com as consequências de seus atos.
    Nesta hora em que o time entra em fase decisiva nas competições,era de se esperar que tudo estivesse em paz.
    Depois vão colocar a culpa na arbitragem ou outra desculpa será dada?

  • Gremista disse:

    Será que a convocação do Tite e a nomeação do Romildo como chefe de delegação não é pra nos bastidores e fora do alcance do empresário convencer o Luan a não prejudicar o Grêmio?

  • Traks disse:

    O dialogo é sempre o melhor caminho. Momento não é para “auto-crise”.

  • Joabe disse:

    Fico preocupado com os esforçados derrotados e não recrimino os “preguiçosos” vencedores. Fico assustado é cada vez que anunciam uma entrevista do vive de futebol, pois ele esquenta qualquer assunto que deve ser contornado. Aliás, bem coisa de pato novo a confirmar a velha expressão de ter muito cuidado “com dirigente novo e jogador velho”. A biografia do Espinosa não pode ser avariada por quem não deveria passar da arquibancada.

  • rafael fraga disse:

    Darci, e corrija se estiver errado, mais o Espinosa não iria tocar um projeto nas categorias de base? Tenho pra mim que essa sua saída possa significar o retorno de Júnior Chávare…

  • Fabiano disse:

    Paulo,
    Procure imagens do Espinosa na Grêmio TV antes ou depois dos jogos; praticamente não existem.
    Portanto, ele não tinha nenhuma importância junto ao grupo, que certamente não sentirá sua queda.
    Não há crise quando se demite um que vivia do seu passado mediante módicos 65 paus mensais.
    Claro que ele ficou ofendido e chateado, quem não ficaria perdendo uma boquinha dessas?

  • Cristiano Ferreira disse:

    A parte errada na demissão do Espinosa é a direção do Grêmio.
    Inicialmente, o Espinosa foi contratado para fazer a ligação entre a base e o time profissional. Iria exercer um cargo, cujas funções não pareciam estar bem definidas. Isso é erro de administração grave.
    O clube estava pagando alguém para exercer um cargo em que o contratado não sabia o próprio trabalho ou imaginava que seu trabalho fosse outro.
    Não pude ouvir todas as entrevistas prestadas pelo Espinosa, mas li algumas declarações. Queria saber dele quais eram suas atribuições e quais tarefas prestou durante o período em que foi contratado.
    As vitórias dentro de campo apagam algumas atrocidades administrativas da atual direção do Grêmio.
    Espinosa, por sua vez, não culpou o Presidente, mas o vice-de-futebol. Cometeu esse erro de aliviar o lado do Presidente.
    Tudo o que acontece pelo futebol passa pelo Presidente e, ao que parece, também passa pelo CA.
    Outra coisa que pareceu grave, foi a forma como o atual vice tentou manipular a demissão. Ao invés do Grêmio demitir, o Espinosa e a direção teriam entrado em acordo amigável.
    Segundo Renato, há uma hierarquia dentro do clube que nem ele pode quebrar.
    Pelo visto, Espinosa não aceitou o que foi determinado fazer, provavelmente, algo que nunca tinham mandado ele fazer. Ele participava das reuniões e acompanhava a delegação.
    A direção do Grêmio errou na contratação e na demissão. Criou um cargo que não precisava e demitiu alguém que faz parte da história do clube.

  • Darci Filho disse:

    Acredito que não.

  • Darci Filho disse:

    Rafael, imagino que não.

  • Darci Filho disse:

    Fabiano retirei do teu texto uma expressão agressiva. Respeito a tua opinião. Corrijo a tua informação do salário – eram R$ 32 mil mês. Não discuto valores apenas corrijo.

  • Nego verá disse:

    Mestre, não foi justa a demissão do Valdir Espinosa ele merecia mais respeito, até o cara que cuspia tampinhas no vestiário teve mais respeito pelos cartolas, só um bruxo meu que conseguiu exemplar o tampinhas, mata leão é o caminho. Só o jiu-jitsu salva. Estamos sempre juntos amigo, abraço Darci ídolo

  • Augusto disse:

    Darci,

    De tudo q já se falou sobre a saída do Espinosa, só faltou dizer (creio q pq o Gremio está numa boa fase) q se o Espinosa não participava do grupo profissional é pq o Renato (tbm) não queria e não fazia a menor questão disso! Conforme o próprio Espinosa confirmo

    E que, sobre a saída do Espinosa, o Renato lavou as mãos ou não deu a mínima.

    Porém, mantiveram o “discurso” que são parceiros, amigos e seja no campo pessoal (pode ate ser!) e no campo profissional (comprovadamente não!).

    Por fim, o discurso do Espinosa “inocentando” o Presidente e o Renato foi mero politicamente correto, p/ não bater de frente com os maiores nomes do momento, afinal é obvio que ambos agiram ou se omitiram sobre a demissão.

    ABrs

  • Darci Filho disse:

    A demissão poderia acontecer, mas de uma forma mais digna. Concordo contigo.

  • Darci Filho disse:

    Augusto, tudo isto eu escrevi.

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