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A informação é do X9

A informação é do X9. Ele deixou escapar para um amigo, que não me revela a identidade do X9. Ainda vou descobrir. A direção do departamento de Base do Grêmio dispensou os  profissionais Felipe Endres e   Bugre, técnico e auxiliar da equipe de transição. Este setor será totalmente readequado. É mais uma invenção de Júnior Chávare que o clube desconsidera. Ainda ontem recebi uma opinião sobre a importância desta invenção. Hoje o próprio clube reconhece o equívoco. Repito: – o Inter tinha fechado o chamado time de transição e este ano recuou, agora o Grêmio é quem dá um passo para frente.

2 Comentários para “A informação é do X9”

  • Traks disse:

    Minha opinião: grupo de transição só serve para empresários. Por exemplo: qual a chance de trazer alguém com 22 anos, que já rodou por clubes do Brasil, e nunca deu certo, vingar em um time B, como é o caso do atacante Poletto? É muito mais barato manter no grupo de cima 40 jogadores ao invés de 35 do que manter um grupo de transição com mais 20 atletas.

    Acredito que alguns jogadores tenham um tempo de maturidade maior, e que ao estourarem a idade do sub-20, ainda não estejam prontos mas possuam talentos, então mantém no grupo de cima ou empresta. Mas ter um grupo de transição, só empresário ganha.

    Para as competições que o grupo de transição disputa hoje, coloca o sub-20. Isso eu acho válido, disputar competições com equipes mais jovens.

  • Cristiano Ferreira disse:

    Sobre a estrutura da base do Grêmio, teria que haver uma modificação urgente.
    O Grêmio deixou de participar de competições promovidas pela FGF, sob o argumento de que o nível técnico era baixo.
    Os times da base ficaram jogando amistosos e pequenos torneiros.
    O grupo de transição é confuso. Ora o jogador está no grupo, ora está no Júnior, excetuando aqueles que não tem idade para permanecer na base.
    O aproveitamento da base depende muito do acaso. Arthur é um exemplo disso.
    O Grêmio queria contratar alguém que falasse espanhol. Como a negociação não deu certo, num determinado momento, Arthur foi chamado, porque não havia opção. E deu a resposta.
    A política de aproveitamento da base só ocorre quando o clube não tem dinheiro ou tem dificuldade de contratar.
    O Grêmio contratou o Cícero, mas o garoto Patrick vem mostrando qualidade. Claro que não tem a mesma rodagem do que Cícero, um jogador que foi irregular em todos os clubes que passou.
    O Bugre foi campeão estadual quando comandou o time Juvenil na gestão Duda. Como foi campeão, foi retirado para virar observador.
    A estrela tem que ser sempre o dirigente. Quando o treinador começa a ter êxito, não é valorizado e acaba indo embora.
    Felipe Enfres perdeu todas as competições sob o comando da equipe de transição. E até quando comandou o sub 20.
    O Grêmio dividiu time Júnior (sub 20) em três grupos:
    transição (também conta com jogadores acima de 20 anos); sub 20 (jogadores de 20 e 19 anos) e sub 18.
    E cada grupo tem um técnico diferente. Com isso, não existe padrão coletivo.
    No último jogo que assisti do sub 20, a dupla de zaga foi um horror.
    Está faltando organização. Também estão contratando muitos jogadores de fora, sendo que a maioria nem é aproveitada.
    O principal mudança seria a troca de diretoria e dos coordenadores que fizeram e mantiveram essa bagunça.

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