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Demissão no DM do Grêmio

Faz algum tempo que faço perguntas sobre lesões de atletas do Grêmio e não obtenho respostas.  Percebo que há irritação com os questionamentos. Os esclarecimentos que solicito não são apenas ao departamento médico, mas para todos os setores que integram  o futebol do clube. Sei que as lesões tem várias origens e podem passar pela preparação física, nutrição, fisiologia, profissionalismo dos atletas e muito mais. Neste final de semana dois médicos do Grêmio foram demitidos Márcio Bolzoni e Felipe do Canto. A demissão de Felipe do Canto me surpreende, pois ele tentou a recuperação do zagueiro Gabiel. Após as cirurgias  que Gabriel foi paciente em Porto Alegre,o médico viajou várias vezes para São Paulo, onde o Grêmio tentou a recuperação do zagueiro. As saídas de Bolzoni e Do Canto serão explicadas após o jogo contra o Tucumán.   Deve ter sido algo muito grave, uma vez que o atleta Bolaños jogou um tempo do clássico Grenal com fratura no rosto, ficou fora da equipe por mais de 30 dias e não foi apontado médico responsável. Voltarei ao assunto assim que o Grêmio se manifestar oficialmente.

2 Comentários para “Demissão no DM do Grêmio”

  • MARCELÃO disse:

    O grêmio, sem duvidas, deve ser o recordista de lesões no planeta.
    O zagueiro Gabriel é uma coisa inexplicáve! É complicado tecer comentários sobre medicina,mas enfim, o grêmio teve surto de caxumba, lesão do Gabriel, lesão do bolanos….são tantos casos que as demissões possam ser justificadas.

  • Cristiano ferreira disse:

    Finalmente, Renato tomou a medida que os dirigentes tinham medo de fazer. Já era tempo para mudar os médicos do clube depois de tantas decisões equivocadas.

    Se for pegar todos os fatores históricos do DM do Grêmio, perceberemos inúmeros equívocos.

    Teve o caso do Robert. Foi avaliado e aprovado no exame médico. No primeiro jogo, sofreu uma lesão. O Zagueiro uruguaio Sorondo que saiu do Inter e veio para o Grêmio. Os médicos o aprovaram no exame clínico depois de um longo histórico de lesões.

    E, na maioria das decisões tomadas pelo DM, afetaram jogos decisivos, havendo prejuízo ao time.

    Em 2016, foi uma “epidemia” de lesões musculares. Num só jogo, o Grêmio perdeu três jogadores por lesão muscular e, em menos de 30 dias, numa nova partida, três jogadores por lesão, dois deles tiveram lesões musculares.

    O caso mais recente é o do Michel. Raramente, é visto nos jogos, pois a cada retorno é uma nova lesão muscular, quando não é um entorse. Se fosse um ou dois casos isolados, daria para aceitar, mas as sucessivas repetições não podem ser consideradas coincidências.

    Muitas podem ser as razões de tantas lesões, mas alguém tem que provocar a investigação.

    Os médicos do Grêmio sempre buscam os tratamentos convencionais, são os que demoram mais para recuperação. Demais de meses com tratamento convencional, o atleta de alto não tem uma recuperação plena, decidem partir para a cirurgia e aí vai mais um período de recuperação.

    O Maicon ficou praticamente 8 meses em tratamento convencional até partir para a cirurgia. Com todo respeito, isso é inadmissível se tem outra alternativa mais eficaz.

    Duda Kroeff jamais iria demitir os médicos do Grêmio. Ele não demitiu quando era Presidente.

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