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Dourado foi o mais importante do jogo

A derrota do Internacional de 2  x 1 para a Chapecoense faz parte do que escrevo com frequência,  o Inter ainda é uma equipe instável. O que me parece pouco convincente é conectar o resultado negativo com ausência do Dourado. A análise precisa ser mais profunda e entender que uma equipe não pode ter o seu desempenho positivo ou negativo atribuído para um atleta. A instabilidade também faz parte,  por exemplo, do baixo desempenho do Patrick. Quando perguntei pelo prazo de validade desse atleta os de sempre ficaram irritados. Patrick era apontado como responsável pelo sucesso colorado e os demais eram esquecidos. O Internacional é uma equipe sem estrelas e a ausência de um titular o transforma no atleta mais importante do campeonato.

Um Comentário para “Dourado foi o mais importante do jogo”

  • CRistiano Ferreira disse:

    O Inter é uma equipe previsível. Tem boa força ofensiva e um sistema defensivo com 11 jogadores, na maioria das vezes, eficaz.

    O problema de qualidade do Inter começa quando precisa ocupar o campo ofensivo adversário e se expor defensivamente.

    Cada vez que tenta ir para o ataque, aparecem as fragilidades do sistema do Inter.

    O Rodrigo Dourado ele tem bom senso de marcação e se posiciona muito bem. Quando ele não antecipa ou rouba a bola, ele comete falta. É bom na bola aérea tanto defensiva quanto ofensiva.

    Não o vejo como jogador para seleção brasileira. Temos jogadores muito melhores tecnicamente. Algumas opiniões da imprensa especializada dimensionam suas atuações como extraordinárias.

    O time do Inter é previsível, suas jogadas são as mesmas. Na medida que o campeonato avança, os técnicos passam a estudar mais os adversários e trabalham mais para conter as jogadas manjadas.

    O Nico Lopez já é melhor vigiado. Todo mundo sabe que ele chuta bem de média distância e a perna preferencial que ele usa com mais precisão.

    O lado direito do Inter é vulnerável.

    O time do Argel chegou a ser líder. O time do Inter jogava recuado e no erro do adversário. Começou a ir para cima do adversário e aí apareceram as dificuldades.

    Os problemas do Inter vão ficar mais evidentes quando as bolas não entrarem a seu favor como ocorreu no primeiro turno

    E, ainda, tem o fator emocional de fazer o resultado.

    O estresse é muito grande, porque não pode deixar o São Paulo abrir. E se o São Paulo tropeça, há a pressão de tentar fazer o dever. E não só isso, há o fator Grenal que também obriga os jogadores a buscar o título, pois vão quer mostrar para o Maicon quem é o Dourado.

    No primeiro turno, o Inter entrou como coadjuvante. No segundo, o Inter entra como concorrente ao título. Os resultados ruins podem escancarar os problemas de grupo que o Inter tem.

    Em 2008, o Grêmio estava 11 pontos na frente do São Paulo. Não me recordo uma linha escrita que o Grêmio já era o campeão.

    O Inter está lado a lado com o São Paul e com equipes vindo logo abaixo, já há uma euforia e comemoração antecipada.

    O Campeonato está muito aberto e só está equilibrado, porque a maioria das equipes que joga a Libertadores e Copa do Brasil com equipes mistas ou reservas.

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