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Ninguém aguenta mais a politicagem

Já citei várias vezes a frase do saudoso Alfredo Oliveira: “se quiseres contrariar um cartola, basta convidá-lo para assistir um jogo de futebol.” Nunca uma sentença foi tão certeira. Eu complemento: “torcedor prefere um jogo de futebol e despreza a política do clube.” Basta conferir a frequência dos torcedores nas eleições clubes. Neste final de semana o torcedor colorado deu a grande lição na cartolagem. Estavam aptos para votar 64.389 sócios e votaram 16.259. Cumpre salientar que a votação poderia ser presencial ou virtual. Este mesmo torcedor  foi fundamental no retorno do Internacional para Primeira Divisão e na campanha deste último Brasileiro. O Beira Rio esteve sempre com público superior aos 40 mil torcedores. Ninguém aguenta mais a politicagem.

4 Comentários para “Ninguém aguenta mais a politicagem”

  • RAFAEL FRAGA disse:

    Darci, apenas uma correção. Impossível que o Beira Rio sempre teve público superior aos 40 mil torcedores se a média final no Brasileiro 2018 ficou na casa de 27 mil torcedores por partida…

  • Darci Filho disse:

    Rafael os jogos decisivos ou importantes sempre tiveram público superior a trinta mil, nos dois estádios. A média é outra coisa. abraço.

  • Thiago SM disse:

    Então se são 30 mil, não são 40, não é?! O senhor em postagem anterior fala sobre politicagem, mas gostaria de saber a opinião do amigo sobre a festa do Ministério Público ser realizada dentro do gramado do Beira-Rio. Assim como gostaria de saber do senhor, a sua opinião sobre as arbitragens calamitosas dos grenais da Final do Gauchão Feminino, o qual o Grêmio sagrou-se campeão, e além de ter que improvisar para com uma “mesinha” para receber o título, em meio a comemoração das meninas junto aos seus torcedores e familiares tomaram um banho dos aspersores de água do gramado do estádio em questão?

  • Darci Filho disse:

    Thiago, público de 30 ou 40 mil são públicos magníficos para um jogo de futebol. Sobre festa do Ministério Público no Beira Rio é um fato tão relevante que eu não sabia. Não sou cronista social. Os erros de arbitragens acontecem como os dos treinadores que escalam mal, dos torcedores que jogam pipocas em seus ídolos, dos atletas que erram gols como o Everton contra o River ou Damião que errou dois de dentro do gol, como os cronistas que fazem avaliações erradas, como cartolas que fazem más administrações e invariavelmente em suas gestões quebram os clubes. Futebol feminino eu não acompanho. Tudo que é feito errado “na minha avaliação” eu condeno. Tenha certeza que não me deixo levar por terceiros. “Não sou solista.” Eu também não tenho bandido de estimação.

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