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O Grêmio sai da zona do rebaixamento até o início da Copa América?

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Jogador emprestado não é monitorado

Os clubes quando emprestam atletas é para se ver livre do profissional. As categorias de base  não são monitoradas pelos superiores. A constatação é simples, pois todo início de temporada ocorre a famosa avaliação. As comissões técnicas e os departamentos de futebol incham como gabinetes de servidores públicos e o trabalho não aparece. Verifiquem o número de clubes que fazem convênios com os grandes e quantos atletas revelam.

2 Comentários paraJogador emprestado não é monitorado

  • Rodrigo estos:

    Excelente observação Darci. Isso mostra como o amadorismo ainda impera na gestão do futebol.

  • Cristiano ferreira estos:

    As categorias de base realmente não são monitoradas pelo departamento de futebol profissional.

    No Grêmio, já se ouviu falar no tal banco de dados sofisticado com as informações de milhares de atletas.

    O estranho é a justificativa que dão para a dificuldade de contratar um zagueiro de bom nível.

    Quando o atleta retorna de empréstimo, o técnico costuma fazer avaliação. No entanto, essa avaliação já deveria ter sido feita com observações do atleta no período de empréstimo.

    Curiosamente, o jogador emprestado é descartado para adquirir experiência e fundamentalmente por insuficiência técnica. mas os clubes cedentes não permitem que o atleta atue contra o clube de origem. E isso seria a oportunidade de ver a evolução do atleta.

    Os dirigente somente passam a observar quando o atleta realmente se destaca.

    Vou pegar o exemplo do goleiro Leo emprestado pelo Grêmio. Virou titular e suas atuações foram tão boas que o clube português Rio Ave pretende adquirir os direitos federativos do atleta por uma valor baixo fixado no contrato, ciente de que Sporting está interessado.

    O Grêmio tentou achar alguma brecha no contrato para ver se conseguia o retorno do jogador, ou seja, queria ser mais esperto do que a raposa.

    O empréstimo do Jean Pyerre somente não saiu porque o Atlético-PR queria que fosse fixado o passe.

    Se o Grêmio tivesse um sistema de monitoramento mais eficiente, teria observado alguns valores do Atlético-PR como o lateral esquerdo Lodi e o Bruno Guimarães que se destacaram no time de transição (campeão paranaense) antes de receberem chance no grupo profissional.

    A negociação pelos jogadores seria mais barata do que atualmente, já valorizados pelo título conquistado.

    Conheço alguns torcedores gremistas observam e destacam novos valores de várias nacionalidades. Funcionam melhores do que o sistema de monitoramento do Grêmio.

    Jogador jovem trazido pelos dirigentes possuem privilégios de integrar ao grupo de profissionais. Os exemplos estão no Grêmio: Ramiro, Alex Telles, Wendell, Thaciano, Tony Anderson.

    Já os jogadores da base precisam contar com duas situações: 1) titular e reserva lesionados; 2) entrar na partida e se destacar.

    O jogador que vem de fora recebe mais de 100 oportunidades, mesmo que não corresponda e, ainda, os dirigentes levam fé que vai dar certo, o que o jogador precisa é de uma boa pré-temporada.

    Jogadores da base muitas vezes não são bem aproveitados nos profissionais, inclusive na base.

    No juvenil, o Grêmio tem dois valores para serem observados. O meia Matheus Pagliarini e o centroavante Elias. Ambos estão com 17 anos. Fiquei surpreso por não terem ido para Copa SP. Levaram outro sub 17 Guilherme Azevedo.

    O Grêmio precisa de um meia. E esse Matheus Pagliarini é um meia de muita qualidade.

    Eu não tenho restrição com idade. Jogador bom joga em qualquer idade. Se não testar, não tem como saber se está pronto ou não.

    No clubes, boa parte dos dirigentes se preocupam estar na vitrine do que em relação ao trabalho que é desenvolvido. Além disso, não costumam buscar os melhores profissionais, mas os profissionais indicados pelos seus amigos. y , por isso e por outras razões, que trabalho não aparece ou são poucos atletas revelados.

    Tais questões são levantadas, vem os fiscais de dirigente para chamar quem questiona de corneteiro, de agente político, azedo, odonista, etc.

    Renato explicou o motivo do Grêmio não ter contratado zagueiro, mas não me convenceu.

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